Em um estudo pioneiro, cientistas da Universidade da Flórida (EUA), com a participação da geneticista Connie Mulligan, comprovaram que traumas físicos e emocionais podem deixar marcas no DNA por gerações*.
Em um estudo pioneiro, cientistas da Universidade da Flórida (EUA), com a participação da geneticista Connie Mulligan, comprovaram que traumas físicos e emocionais podem deixar marcas no DNA por gerações*.