Imagine uma criança crescendo em um ambiente cheio de dificuldades: brigas constantes entre os pais, falta de comida, gritos, violência ou ausência de alguém que a cuide.
Imagine uma criança crescendo em um ambiente cheio de dificuldades: brigas constantes entre os pais, falta de comida, gritos, violência ou ausência de alguém que a cuide.
Em um estudo pioneiro, cientistas da Universidade da Flórida (EUA), com a participação da geneticista Connie Mulligan, comprovaram que traumas físicos e emocionais podem deixar marcas no DNA por gerações*.
A brincadeira é uma linguagem universal da infância. Para crianças que sofreram trauma, ela não é apenas um passatempo — é um mecanismo de regulação emocional, reconstrução da segurança e reorganização do psiquismo.
A Teoria do Apego, desenvolvida por John Bowlby nas décadas de 1950 e 1960, busca compreender como se formam os vínculos afetivos entre crianças e seus cuidadores